Hoje assisti a esse filme e gostei. O filme fala de um ex jogador de futebol que levava uma vida de playboy e no saudosismo de um passado glorioso. Ele muda-se para próximo do filho que há muito estava distante e no decorrer do filme vai descobrindo o que realmente é importante na vida como uma família..... Veja a sinopse: Quando
George (Gerard Butler) recebe uma segunda chance para se aproximar de
seu filho Lewis (Noah Lomax) ele percebe o quanto esteve ausente devido a
sua carreira. Agora ele tentará reconstruir sua vida mas para isso
precisa reconquistar sua ex -mulher Stacey (Jessica Biel) e mostrar que
ele é de fato um bom partido.
Assisti na quarta-feira e gostei muiiito!É bem diferente, uma ficção científica emocionante!
A Terra foi dominada por um inimigo invisível, que controla as mentes e
os corpos dos humanos. Melanie Stryder (Saoirse Ronan) é uma das poucas
pessoas que ainda não foi `dominada´. Mesmo infectada, resiste
bravamente contra Peregrina, a “alma” invasora que tenta de todas as
formas se hospedar em seu corpo e descobrir seus pensamentos. A jovem
ocupa sua mente com visões do homem que ama, Jared (Max Irons), para
desviar a atenção de Peregrina, que passa a se sentir atraída por aquele
humano. Enquanto isso, a Buscadora (Diane Kruger) persegue Melanie para
garantir a dominação da hospedeira e encontrar o paradeiro dos últimos
humanos não infectados.
Visionário sonhador inicia uma luta no congresso para tornar o
tupi-guarani um idioma oficial. Para conseguir seu objetivo, ele conta
com a ajuda de amigos.
Crítica:
por
Pablo Villaça
Dirigido
por Paulo Thiago. Com: Paulo José, Giulia Gam, Ilya São Paulo, Antônio
Calloni, Bete Coelho, Othon Bastos, Cláudio Mamberti, Tonico Pereira,
Fernando Eiras, Luciana Braga, Jonas Bloch, Nelson Dantas, José Lewgoy,
Chico Diaz, José Dumont, David Pinheiro, Antônio Pedro, Paulão, Carlos
Gregório e Aracy Balabanian.
O Brasil precisa de mais Policarpos
Quaresma. Na verdade, se cada um de nós possuísse apenas um décimo do
amor de Quaresma pelo Brasil, nosso país seria outro. É claro que o
patriotismo do personagem é extremo, quase caricato: ele quer mudar a
língua oficial para tupi-guarani e trabalha de cocar, entre outras
excentricidades. Mas a mensagem é belíssima. O filme, baseado no livro Triste Fim de Policarpo Quaresma,
de Lima Barreto, é uma farsa repleta de momentos hilários (como a
seqüência do batalhão de loucos) e, também, líricos (como a cena em que
Policarpo `faz amor` com a terra, sob a chuva). O universo criado pelo
diretor Paulo Thiago não é o nosso nem o de 100 anos atrás. Aqui os
personagens se comportam de uma maneira tão atípica que o espectador
chega a ter a impressão de estar assistindo a um tele-teatro. Esse
distanciamento da realidade contribui ainda mais para o impacto da
história. Para quem ainda não teve a oportunidade
de ler o livro, a sinopse é a seguinte: Policarpo Quaresma é um homem
completamente alucinado pela idéia de fazer do Brasil um país grandioso.
Para conseguir esse objetivo, ele bola estratégias amalucadas, prega o
retorno do tupi-guarani e insiste em redigir documentos oficiais (ele é
funcionário público) nesta língua. Finalmente, ele é enviado a um
hospício, onde acaba convencendo o médico responsável de que ninguém ali
é louco. `A média dos medíocres não deveria ser a lei.`, passa a argumentar o próprio Dr. Mendonça. A partir daí, Quaresma resolve se
dedicar à agricultura, cedendo, inclusive, boa parte de sua propriedade a
um grupo de `Sem-Terra` que lhe pedira auxílio. O filme ainda conta a
Revolta da Armada, quando Policarpo oferece seu apoio ao então
Presidente Floriano Peixoto. Paulo José está simplesmente fabuloso
como o personagem-título. O ator transmite tamanha sinceridade e
ingenuidade, que não há como a platéia não se render a Policarpo e
torcer por ele. Seu patriotismo contagia. De um otimismo incurável,
Quaresma chega a redigir um Memorial que, de acordo com ele, `resolverá todos os problemas do país.`. No entanto, o filme tem alguns
problemas graves, que comprometem o resultado final: a personagem Olga
(Giulia Gam), por exemplo, não se encaixa no contexto da história,
realmente. Suas cenas funcionam como uma espécie de anti-clímax durante
toda a projeção. Seu drama, sua relação com o marido, seu amor por
Quaresma são mostrados de maneira tão `pesada` que simplesmente parecem
pertencer a outro filme. Há uma cena protagonizada por ela, já no final,
que de tão dramática soa falsa, `deslocada`. Giulia Gam tem um bom
desempenho, não há dúvidas quanto a isso. Porém, sua personagem não
merecia - ou não deveria - ter tido tanto destaque. Além disso, a produção preocupou-se
tanto em se cercar de atores `globais` que chegou a fazer algumas
escolhas inadequadas. O marido de Olga, vivido pelo ator Fernando Eiras,
é um exemplo disso. A atuação de Eiras deixa a desejar e, dada a
importância conferida pelo roteiro de Alcione Araújo ao conflito entre
ele e a esposa, compromete bastante. É claro que nem todos estão
`deslocados`: a presença de Chico Diaz é luminosa, bem como a de Jonas
Bloch. Os demais estão apenas corretos. Uma pergunta: por que não dar
chance a atores menos marcados? Até os personagens `sub-coadjuvantes`
ganham intérpretes famosos. Um desperdício de talento e oportunidade,
realmente (Aracy Balabanian quase não aparece no filme!). Finalmente, o filme é um pouco longo
demais. E o pior é que existem cenas, já próximas do final, totalmente
dispensáveis, como aquela em que Olga conversa com seu pai sobre o
destino de Policarpo e aquela em que Ricardo Coração dos Outros discute
com Genelício. Se tivesse quinze minutos a menos, o filme sairia
ganhando. Apesar dessas pequenas `falhas`, Policarpo Quaresma, Herói do Brasil
é um filme que deve ser visto e apreciado por suas qualidades, a saber:
um personagem principal maravilhoso (com uma interpretação de Paulo
José à altura); uma história farsesca e extremamente divertida; uma
parte técnica bastante competente (destacando-se, aí, a Direção de Arte e
os Figurinos) e, finalmente, uma direção correta que valoriza o
potencial da história. Policarpo Quaresma é, em suma, nosso D.
Quixote. Aliás, esta comparação chega a ser literal no momento em que o
personagem está exterminando as saúvas de seu milharal: usando uma
máscara para se proteger do gás, Policarpo parece estar com um elmo na
cabeça, deixando apenas seu cavanhaque e seus pontudos bigodes à mostra,
numa reprodução fiel do herói de Cervantes. Além disso, é maravilhoso
seu amor pelo nosso país e o que ele é capaz de fazer para conseguir
alcançar seus objetivos. `Nossa nação é mendiga de heróis.`, diz ele em certo momento. Já não é mais: Quaresma ocupa, magnífico, este posto. 21 de Maio de 1998
A história se passa em Manhattan, e a 'Fera' será um lindo e rico rapaz,
com um pequeno desvio de caráter. Ao terminar seu relacionamento com
uma garota de uma forma bem má, ela se torna bruxa e o amaldiçoa,
fazendo com que ele se transforme em tudo o que mais odeia. A
modificação grotesca em sua aparência faz com que ele comece uma caça ao
amor verdadeiro, o único sentimento que pode acabar com essa terrível
maldição.
Olive (Emma Stone)é uma menina comum que era meio invisível no colégio.
Um dia ela decide ajudar seu amigo gay e finge que teve um caso com ele.
Os dois se tornam os mais populares. Ela percebe que sua
vida se tornou parecida com a heroína do romance "A Letra Escarlate",
Hester Prynne, e começa a fazer dessa ajuda a garotos desesperados, seu
modo de ficar popular.
Poppy (Emma Roberts) é
uma adolescente bonita, rica e rebelde que vive em Malibu, litoral
californiano. A fim de dar um corretivo da garota, o pai a envia para
estudar num rígido colégio britânico. Além
dos novos colegas que não toleram o comportamento mimado e
espalhafatoso da moça, Poppy ainda tem de enfrentar a carrancuda
diretora do colégio (Natasha Richardson)
Kate McKay (Meg Ryan) é
uma moderna e bem-sucedida executiva do mundo moderno. Ela é a
ex-namorada de Stuart (Liev Schreiber), um cientista que descobre um
portal dimensional que transporta para os dias
atuais, acidentalmente, seu tataravô Leopold (Hugh Jackman), um nobre
do século 19. Ainda sem saber como mandá-lo de volta ao seu tempo,
Leopold tem agora que enfrentar as mudanças radicais existentes entre a
época em que vivia e o século 21. Mas, com o passar do tempo, Kate e
Leopold acabam se envolvendo romanticamente.
Se gosta do clássico filme Orgulho e Preconceito irá gostar desse filme que é uma versão moderna da Jane Austin... Sem
Prada Nem Nada é uma comédia romântica com Camilla Belle, Alexa Veja e
Adriana Barraza. Conta a história de duas irmãs mimadas que vivem com o
pai numa luxuosa mansão em Beverly Hills: Nora (Camilla Belle), uma
estudante de Direito, e Mary (Alexa Vega) uma rapariga que só gosta de
diversão. Mary tornou-se tão popular e elitista que se recusa a aceitar
que é descendente de Mexicanos. Após a morte repentina do pai, a vida
luxuosa das duas irmãs é virada do avesso. Elas descobrem que ficaram
sem um tostão e são obrigadas a mudar-se para casa da tia distante,
Aurélia (Adriana Barraza), uma casa modesta no centro do bairro latino
de Los Angeles. Nora e Mary ficam aterrorizadas por deixar o seu mundo
de privilégios; nem uma nem outra sabem falar espanhol ou alguma vez
tiveram algum tipo de responsabilidade. Os seus carros luxuosos, são
substituídos pelo autocarro público e por carros usados. À medida que se
vão adaptando e abraçando esta nova cultura, que antes recusavam
aceitar, as irmãs encontram o amor, descobrem o verdadeiro significado
de família e aprendem que a vida com “Prada” não significa nada sem o
amor, sem a família e sem a comunidade.