domingo, 7 de abril de 2013

Frases de livros - Diário de uma paixão

 "Seja qual for minha escolha, terei que viver com ela para sempre, tenho que poder seguir em frente sem olhar para trás.
 
 "O melhor amor é aquele que sempre podemos despertar e enriquecê-lo cada vez mais, ele que acende o fogo em nossos corações e traz paz a nossas mentes. Foi isso que você me deu e é o que eu espero dar a você. Eu amo você e estarei te esperando."
"Não sou ninguém importante, apenas um homem comum, com pensamentos comuns. Eu levo uma vida comum. Nenhum monumento dedicado a mim. Meu nome logo será esquecido. Mas em um aspecto, eu obtive sucesso como ninguém jamais teve. Amei alguém de coração e alma. E isso sempre foi o bastante pra mim."
" Você não pode viver sua vida para outras pessoas. Você tem que fazer o que é certo para você, mesmo que doa para algumas pessoas que você ama."

sexta-feira, 5 de abril de 2013

A Hospedeira - Vi e Recomendo


A Hospedeira 
Assisti na quarta-feira e gostei muiiito!É bem diferente, uma ficção científica emocionante!

A Terra foi dominada por um inimigo invisível, que controla as mentes e os corpos dos humanos. Melanie Stryder (Saoirse Ronan) é uma das poucas pessoas que ainda não foi `dominada´. Mesmo infectada, resiste bravamente contra Peregrina, a “alma” invasora que tenta de todas as formas se hospedar em seu corpo e descobrir seus pensamentos. A jovem ocupa sua mente com visões do homem que ama, Jared (Max Irons), para desviar a atenção de Peregrina, que passa a se sentir atraída por aquele humano. Enquanto isso, a Buscadora (Diane Kruger) persegue Melanie para garantir a dominação da hospedeira e encontrar o paradeiro dos últimos humanos não infectados.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Jack, o caçador de gigantes - Filme em cartaz

 Jack - O Caçador de Gigantes
Uma moda recente em Hollywood é fazer adaptações modernas de clássicos do cinema ou da literatura infantil. Foi assim com João e Maria: Caçadores de BruxasBranca de Neve e o CaçadorA Garota da Capa VermelhaAlice no País das Maravilhas. Agora, é a vez de João e o Pé de Feijão chegar às telonas mundiais. 
“Jack – O Caçador de Gigantes” conta da história de uma guerra antiga que se reinicia quando um jovem trabalhador do campo abre inconscientemente um portal entre o nosso mundo e uma raça de gigantes apavorantes. Soltos na Terra pela primeira vez depois de séculos, os gigantes tentam reconquistar seu território que foi perdido, forçando o jovem Jack (Nicholas Hoult) a entrar na batalha de sua vida para impedi-los. Lutando por um reino e seu povo, e pelo amor de uma corajosa princesa, ele fica frente a frente com os guerreiros incansáveis que ele pensava ser apenas uma lenda e recebe a chance de ele mesmo se tornar uma lenda também.

Horários no Cinemais  Dub. - 16h30, 21h00

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Triste Fim de Policarpo Quaresma - O filme Vi e Recomendo


Visionário sonhador inicia uma luta no congresso para tornar o tupi-guarani um idioma oficial. Para conseguir seu objetivo, ele conta com a ajuda de amigos.

Crítica:
 por Pablo Villaça
Dirigido por Paulo Thiago. Com: Paulo José, Giulia Gam, Ilya São Paulo, Antônio Calloni, Bete Coelho, Othon Bastos, Cláudio Mamberti, Tonico Pereira, Fernando Eiras, Luciana Braga, Jonas Bloch, Nelson Dantas, José Lewgoy, Chico Diaz, José Dumont, David Pinheiro, Antônio Pedro, Paulão, Carlos Gregório e Aracy Balabanian.
O Brasil precisa de mais Policarpos Quaresma. Na verdade, se cada um de nós possuísse apenas um décimo do amor de Quaresma pelo Brasil, nosso país seria outro. É claro que o patriotismo do personagem é extremo, quase caricato: ele quer mudar a língua oficial para tupi-guarani e trabalha de cocar, entre outras excentricidades. Mas a mensagem é belíssima.
O filme, baseado no livro Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, é uma farsa repleta de momentos hilários (como a seqüência do batalhão de loucos) e, também, líricos (como a cena em que Policarpo `faz amor` com a terra, sob a chuva). O universo criado pelo diretor Paulo Thiago não é o nosso nem o de 100 anos atrás. Aqui os personagens se comportam de uma maneira tão atípica que o espectador chega a ter a impressão de estar assistindo a um tele-teatro. Esse distanciamento da realidade contribui ainda mais para o impacto da história.
Para quem ainda não teve a oportunidade de ler o livro, a sinopse é a seguinte: Policarpo Quaresma é um homem completamente alucinado pela idéia de fazer do Brasil um país grandioso. Para conseguir esse objetivo, ele bola estratégias amalucadas, prega o retorno do tupi-guarani e insiste em redigir documentos oficiais (ele é funcionário público) nesta língua. Finalmente, ele é enviado a um hospício, onde acaba convencendo o médico responsável de que ninguém ali é louco. `A média dos medíocres não deveria ser a lei.`, passa a argumentar o próprio Dr. Mendonça.
A partir daí, Quaresma resolve se dedicar à agricultura, cedendo, inclusive, boa parte de sua propriedade a um grupo de `Sem-Terra` que lhe pedira auxílio. O filme ainda conta a Revolta da Armada, quando Policarpo oferece seu apoio ao então Presidente Floriano Peixoto.
Paulo José está simplesmente fabuloso como o personagem-título. O ator transmite tamanha sinceridade e ingenuidade, que não há como a platéia não se render a Policarpo e torcer por ele. Seu patriotismo contagia. De um otimismo incurável, Quaresma chega a redigir um Memorial que, de acordo com ele, `resolverá todos os problemas do país.`.
No entanto, o filme tem alguns problemas graves, que comprometem o resultado final: a personagem Olga (Giulia Gam), por exemplo, não se encaixa no contexto da história, realmente. Suas cenas funcionam como uma espécie de anti-clímax durante toda a projeção. Seu drama, sua relação com o marido, seu amor por Quaresma são mostrados de maneira tão `pesada` que simplesmente parecem pertencer a outro filme. Há uma cena protagonizada por ela, já no final, que de tão dramática soa falsa, `deslocada`. Giulia Gam tem um bom desempenho, não há dúvidas quanto a isso. Porém, sua personagem não merecia - ou não deveria - ter tido tanto destaque.
Além disso, a produção preocupou-se tanto em se cercar de atores `globais` que chegou a fazer algumas escolhas inadequadas. O marido de Olga, vivido pelo ator Fernando Eiras, é um exemplo disso. A atuação de Eiras deixa a desejar e, dada a importância conferida pelo roteiro de Alcione Araújo ao conflito entre ele e a esposa, compromete bastante. É claro que nem todos estão `deslocados`: a presença de Chico Diaz é luminosa, bem como a de Jonas Bloch. Os demais estão apenas corretos. Uma pergunta: por que não dar chance a atores menos marcados? Até os personagens `sub-coadjuvantes` ganham intérpretes famosos. Um desperdício de talento e oportunidade, realmente (Aracy Balabanian quase não aparece no filme!).
Finalmente, o filme é um pouco longo demais. E o pior é que existem cenas, já próximas do final, totalmente dispensáveis, como aquela em que Olga conversa com seu pai sobre o destino de Policarpo e aquela em que Ricardo Coração dos Outros discute com Genelício. Se tivesse quinze minutos a menos, o filme sairia ganhando.
Apesar dessas pequenas `falhas`, Policarpo Quaresma, Herói do Brasil é um filme que deve ser visto e apreciado por suas qualidades, a saber: um personagem principal maravilhoso (com uma interpretação de Paulo José à altura); uma história farsesca e extremamente divertida; uma parte técnica bastante competente (destacando-se, aí, a Direção de Arte e os Figurinos) e, finalmente, uma direção correta que valoriza o potencial da história.
Policarpo Quaresma é, em suma, nosso D. Quixote. Aliás, esta comparação chega a ser literal no momento em que o personagem está exterminando as saúvas de seu milharal: usando uma máscara para se proteger do gás, Policarpo parece estar com um elmo na cabeça, deixando apenas seu cavanhaque e seus pontudos bigodes à mostra, numa reprodução fiel do herói de Cervantes. Além disso, é maravilhoso seu amor pelo nosso país e o que ele é capaz de fazer para conseguir alcançar seus objetivos.
`Nossa nação é mendiga de heróis.`, diz ele em certo momento. Já não é mais: Quaresma ocupa, magnífico, este posto.
``

21 de Maio de 1998

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Crônica - Características

A crónica é um texto de carácter reflexivo e interpretativo, que parte de um assunto do quotidiano, um acontecimento banal, sem significado relevante.

É um texto subjectivo, pois apresenta a perspectiva do seu autor, o tom do discurso varia entre o ligeiro e o polémico, podendo ser irónico ou humorístico.

É um texto breve e surge sempre assinado numa página fixa do jornal.


CARACTERÍSTICAS DA CRÓNICA

O discurso
Texto curto e inteligível (de imediata percepção);
Apresenta marcas de subjectividade – discurso na 1ª e 3ª pessoa;
Pode comportar diversos modos de expressão, isoladamente ou em simultâneo:
- narração;
- descrição;
- contemplação / efusão lírica;
- comentários;
- reflexão.

Linguagem com duplos sentidos / jogos de palavras / conotações;
Utiliza a ironia;
Registo de língua corrente ou cuidado;
Discurso que vai do oralizante ao literário;
Predominância da função emotiva da linguagem sobre a informativa;
Vocabulário variado e expressivo de acordo com a intenção do autor;
Pontuação expressiva;
Emprego de recursos estilísticos.

A temática
Aborda aspectos da vida social e quotidiana;
Transmite os contrastes do mundo em que vivemos;
Apresenta episódios reais ou fictícios.

(A crónica pode ser política, desportiva, literária, humorística, económica, mundana, etc.)

O 1o ano do Ensino Médio está lendo o livro de crônicas:
Espiando o mundo pela fechadura




Já dizia minha avó: -Menino, espiar pela fechadura e escutar atrás da porta é falta de educação!E alertava-me: - A curiosidade mata!...

sábado, 30 de março de 2013

Uma curva na estrada - Novo livro de Nicholas Sparks

 Uma Curva na Estrada
A vida do subxerife Miles Ryan parecia ter chegado ao fim no dia em que sua esposa morreu. Missy tinha sido seu primeiro amor, a namorada de escola que se tornara a companheira de todos os momentos, a mulher sensual que se mostrara uma mãe carinhosa. Uma noite Missy saiu para correr e não voltou. Tinha sido atropelada numa rua perto de casa. As investigações da polícia nada revelaram. Para Miles, esse fato é duplamente doloroso: além de enfrentar o sofrimento de perder a esposa, ele se culpa por não ter descoberto o motorista que a atropelou e fugiu sem prestar socorro. Dois anos depois, ele ainda anseia levar o criminoso à justiça. É quando conhece Sarah Andrews. Professora de seu filho, Jonah, ela se mudou de Baltimore para New Bern na expectativa de refazer sua vida após o divórcio. Sarah logo percebe a tristeza nos olhos do aluno e, em seguida, nos do pai dele. Sarah e Miles começam a se aproximar e, em pouco tempo, estão rindo juntos e apaixonados. Mas nenhum dos dois tem ideia de que um segredo os une e os obrigará a tomar uma decisão difícil, que pode mudar suas vidas para sempre. Nesta obra, Nicholas Sparks escreve com incrível intensidade sobre as difíceis reviravoltas da vida e sua incomparável doçura. Um livro sobre as imperfeições do ser humano, os erros que todos cometemos e a alegria que experimentamos quando nos permitimos amar.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Vai que dá Certo - Filme em cartaz

Vai que Dá Certo
 A história narra o reencontro de cinco amigos de adolescência que compartilham a frustração de não terem alcançado o sucesso que projetaram para suas vidas. A possibilidade de recuperar o tempo perdido surge através de uma tentadora e arriscada proposta: o assalto a uma transportadora de valores. O crime (quase) perfeito que prometia transformar suas trajetórias cumpre o seu propósito, mas não exatamente como planejaram.
 http://www.cinemais.com.br/programacao/cinema.php?cc=34
Horários no Cinemais  15h10, 17h10, 19h30, 21h30 

quinta-feira, 28 de março de 2013

Filmes para o feriadão - Vi e recomendo

A Fera (Beastly) - Poster / Capa / Cartaz


A história se passa em Manhattan, e a 'Fera' será um lindo e rico rapaz, com um pequeno desvio de caráter. Ao terminar seu relacionamento com uma garota de uma forma bem má, ela se torna bruxa e o amaldiçoa, fazendo com que ele se transforme em tudo o que mais odeia. A modificação grotesca em sua aparência faz com que ele comece uma caça ao amor verdadeiro, o único sentimento que pode acabar com essa terrível maldição.








A Mentira (Easy A) - Poster / Capa / Cartaz 


Olive (Emma Stone)é uma menina comum que era meio invisível no colégio. Um dia ela decide ajudar seu amigo gay e finge que teve um caso com ele. Os dois se tornam os mais populares. Ela percebe que sua vida se tornou parecida com a heroína do romance "A Letra Escarlate", Hester Prynne, e começa a fazer dessa ajuda a garotos desesperados, seu modo de ficar popular.








Garota Mimada (Wild Child) - Poster / Capa / Cartaz 



Poppy (Emma Roberts) é uma adolescente bonita, rica e rebelde que vive em Malibu, litoral californiano. A fim de dar um corretivo da garota, o pai a envia para estudar num rígido colégio britânico. Além dos novos colegas que não toleram o comportamento mimado e espalhafatoso da moça, Poppy ainda tem de enfrentar a carrancuda diretora do colégio (Natasha Richardson)








Kate & Leopold (Kate & Leopold) - Poster / Capa / Cartaz


Kate McKay (Meg Ryan) é uma moderna e bem-sucedida executiva do mundo moderno. Ela é a ex-namorada de Stuart (Liev Schreiber), um cientista que descobre um portal dimensional que transporta para os dias atuais, acidentalmente, seu tataravô Leopold (Hugh Jackman), um nobre do século 19. Ainda sem saber como mandá-lo de volta ao seu tempo, Leopold tem agora que enfrentar as mudanças radicais existentes entre a época em que vivia e o século 21. Mas, com o passar do tempo, Kate e Leopold acabam se envolvendo romanticamente.

Dicas de Blogs

Blog do Gramaticando - sua gramática on-line!
Descobri esse blog no Facebook e achei muito interessante para tirar dúvidas e se divertir ao mesmo tempo. É bem criativo, vale a pena visitar:
http://blogdogramaticando.blogspot.com.br/ 

"Por causa que" ou "por causa de"?

Se existe um erro que me arrepia é o tal do "por causa que". Ouvir um erro desses é o mesmo que arranhar um giz no quadro ouvindo o Restart cantar "Esse Cara sou Eu" em ritmo de funk com a Vanusa. 

Gente, não existe "por causa que", mas sim "por causa de". E, claro, a preposição "de" vai se combinando com os artigos "a" e "o", formando o "da" e o "do", como por exemplo:

Atrasei-me POR CAUSA DO programa da Ana Maria Braga
Atrasei-me POR CAUSA DA Ana Maria Braga

e não... "atrasei-me por causa que eu estava vendo Ana Maria Braga". 




Foto: Se tem um erro que me arrepia é o tal do "por causa que". Ouvir um erro desses é o mesmo que arranhar um giz no quadro ouvindo o Restart cantar "Esse Cara sou Eu" em ritmo de funk com a Vanusa. 

Gente, não existe "por causa que", mas sim "por causa de". E, claro, a preposição "de" vai se combinando com os artigos "a" e "o", formando o "da" e o "do", como por exemplo:

Atrasei-me POR CAUSA DO programa da Ana Maria Braga 
Atrasei-me POR CAUSA DA Ana Maria Braga 

e não... "atrasei-me por causa que eu estava vendo Ana Maria Braga". 

Agora, se você realmente for chique use um "por conta" ou então um "tendo em vista".