sexta-feira, 14 de março de 2014

Juca Pirama - Gonçalves Dias

 I-Juca-Pirama - Antônio Gonçalves Dias
Análise da obra

Gonçalves Dias publicou o livro Últimos cantos e deve ter sido escrito entre 1848 e 1851, e na obra se encontra o poema I – Juca Pirama.

I – Juca Pirama é considerada pelos críticos como um dos mais elaborados poemas do Romantismo brasileiro.

O título do poema é tirado da língua tupi e significa, conforme explica o próprio autor, “o que há de ser morto, e que é digno de ser morto.” Embora tenha nome próprio, “Juca Pirama” não tem nada a ver com o nome do índio aprisionado pelos Timbiras.

Apesar de ter uma fama narrativa que configura o gênero épico e um conteúdo dramatizável, predomina no poema o gênero lírico – um lirismo fácil e espontâneo, perpassado das emoções e subjetividade do poeta. Como é próprio do romantismo, estilo a que está ligado Gonçalves Dias, é um lirismo que brota do coração e da “imaginação criadora” do poeta e que expressa bem o sentimentalismo romântico. A obra é indianista e vale ressaltar a musicalidade dos versos que é uma característica típica de Gonçalves Dias.

O poema I–Juca Pirama nos dá uma visão mais próxima do índio, ligado aos seus costumes, idealizado e moldado ao gosto romântico. O índio integrado no ambiente natural, e principalmente adequado a um sentimento de honra, reflete o pensamento ocidental de honra tão típico das novelas de cavalaria medievais - é o caso do texto Rei Arthur e a Távola Redonda. Se os europeus podiam encontrar na Idade Média as origens da nacionalidade, o mesmo não aconteceu com os brasileiros. Provavelmente por essa razão, a volta ao passado, mesclada ao culto do bom selvagem, encontra na figura do indígena o símbolo exato e adequada para a realização da pesquisa lírica e heróica do passado.

O índio é então redescoberto, embora sua recriação poética dê idéia da redescoberta de uma raça que estava adormecida pela tradição e que foi revivida pelo poeta. O idealismo, a etnografia fantasiada , as situações desenvolvidas como episódios da grande gesta heróica e trágica da civilização indígena brasileira, a qual sofre a degradação do branco conquistador e colonizador, têm na sua forma e na sua composição reflexos da epopéia. da tragédia clássica e dos romances de gesta da Idade Média. Assim o índio que conhecemos nos versos bem elaborados de Gonçalves Dias é uma figura poética, um símbolo.

Gonçalves Dias centra I – Juca Pirama num estado de coisas que ganham uma enorme importância pela inevitável transgressão cometida pelo herói, transgressão de cunho romanesco (o choro diante da morte) que quando transposta a literatura gera uma incrível idealização dos estados de alma. Como exemplo, podemos citar as reações causadas pelo "suposto medo da morte". Com isso, o autor transforma a alma indígena em correlativos dos seus próprios movimentos, sublinhando a afetividade e o choque entre os afetos: há uma interpenetração de afetos (amor,ódio, vingança etc.) que estabelece uma harmonia romântica entre o ser que está sendo julgado e a sua natureza - a natureza indígena, com a consequente preferência pelas cenas e momentos que correspondem ao teor das emoções. Daí as avalanches de bravura e de louvor à honra e ao caráter.

Foco narrativo

I – Juca – Pirama é narrado em 3ª pessoa por um índio timbira que relata às gerações posteriores as proezas do guerreiro tupi que lá esteve. A posição do narrador é distante, revelando-se onisciente e onipresente.

O poema descreve, a partir de um “flash-back”, a estória de um índio tupi que, por ser um bravo e corajoso guerreiro, deveria ter sua carne comida numa cerimônia religiosa (antropofagia).

Tempo / Ação / espaço

O autor, através do narrador timbira, não faz menção ao lugar em que decorre a ação; sabe-se, entretanto, que os timbiras viviam no interior do Brasil, ao contrário dos Tupis, que se localizavam no litoral.

Quanto ao tempo, não há uma indicação explícita, mas percebe-se que é a época da colonização portuguesa, quando os índios já estavam sendo dizimados pelo branco, como diz, no seu canto de morte, o guerreiro Tupi – um triste remanescente “da tribo pujante/ que agora anda errante”.

Personagens

I - Juca Pirama - típico herói romantizado, perfeito, sem mácula que desperta bons sentimentos no homem burguês leitor.

O velho tupi - simboliza a tradição secular dos índios tupis. É o pai de I – Juca Pirama.

Os timbiras - índios ferozes e canibais.

O velho timbira - narrador e personagem ocular da estória.

Temática

O índio adequado a um forte sentimento de honra, simboliza a própria força natural do ameríndio, sua alta cultura acerca de seu povo representado no modo como este acata o rígido código de ética de seu povo.

O índio brasileiro é um clone do cavaleiro medieval das novelas européias românticas como as de Walter Scott.

Estrutura da obra

A metrificação de Gonçalves Dias é bastante original, pois “menospreza regras de mera convenção”. O poeta sempre busca a forma ideal para cada assunto, adequando bem forma e conteúdo.

Em I – Juca – Pirama, alterna versos longos e curtos, ora para descrever (verso lento), ora para dar a impressão do rufar dos tambores no ritual indígena.

O poema nos é apresentado em dez cantos, organizados em forma de composição épico – dramática. Todos sempre pautam pela apresentação de um índio cujo caráter e heroísmo são salientados a cada instante.

Canto 1 - Apresentação e descrição da tribo dos Timbiras. Como está descrevendo o ambiente, o autor usa um verso mais lento e caudaloso, que é hendecassílabo (onze sílabas). A estrofe é sempre de seis versos (sextilha) e as rimas obedecem ao esquema: AA (paralelas) e BCCB (opostas ou intercaladas).

Canto 2 - Narra a festa canibalística dos timbiras e a aflição do guerreiro tupi que será sacrificado. O poeta alterna o decassílabo (dez sílabas) com o tetrassílabo (quatro sílabas), o que sugere o início do ritual com o rufar dos tambores. As estrofes são de quatro versos (quarteto) e o poeta só rima os tetrassílabos.

Canto 3 - Apresentação do guerreiro tupi – I – Juca Pirama. Sem se preocupar com rimas e estrofação, o poeta volta a usar o decassílabo (com algumas irregularidades), novamente num ritmo mais lento, que se casa bem com a apresentação feita do chefe Timbira.

Canto 4 - I - Juca Pirama aprisionado pelos Timbiras declama o seu canto de morte e pede ao Timbiras que deixem-no ir para cuidar do pai alquebrado e cego. O verso pentassílabo (cinco sílabas), num ritmo ligeiro, dá a impressão do rufar dos tambores. As estrofes com exceção da primeira (sextilha), têm oito versos (oitavas), e as rimas seguem o esquema AAA (paralelas) e BCCB (opostas e intercaladas).

Canto 5 - Ao escutarem o canto de morte do guerreiro tupi, os timbiras entendem ser aquilo um ato de covardia e desse modo desqualificam-no para o sacrifício. Dando a impressão do conflito que se estabelece e refletindo o diálogo nervoso, entre o chefe Timbira e o índio Tupi, o poeta altera o decassílabo com versos mais ou menos livres. Não há preocupação nem com estrofes nem com rimas.

Canto 6 - O filho volta ao pai que ao pressentir o cheiro de tinta dos timbiras que é específica para o sacrifício desconfia do filho e ambos partem novamente para a tribo dos timbiras para sanarem ato tão vergonhoso para o povo tupi. Reproduzindo o diálogo entre pai e filho e também a decepção daquele, o poeta usa decassílabo juntamente com passagens mais ou menos livres. Não há preocupação com rimas ou estrofes.

Canto 7 - Sob alegação de que os tupis são fracos, o chefe dos timbiras não permite a consumação do ritual. Num ritmo constante, marcado pelo heptassílabo (sete sílabas), o poeta reproduz a fala segura do pai humilhado e do chefe Timbira. A estrofação e as rimas são livres.

Canto 8 - O pai envergonhado maldiz o suposto filho covarde. Para expressar a maldição proferida pelo velho pai, num ritmo bem marcado e seguro, o poeta usa o verso eneassílabo (nove sílabas), distribuindo-os em oitavas, com rimas alternadas e paralelas.

Canto 9 - Enraivecido o guerreiro tupi lança o seu grito de guerra e derrota a todos valentemente em nome de sua honra. Casando-se com o tom narrativo e a reação altiva do índio Tupi, o poeta usa novamente o decassílabo com estrofação e rimas livres.

Canto 10 - O velho Timbira ( narrador ) rende-se frente ao poder do tupi e diz a célebre frase: "meninos, eu vi". Alternando o hendecassílabo com pentassílabo, o poeta fecha o poema, de forma harmoniosa e ordenada, o que reflete o fim do conflito e a serenidade dos espíritos. Casando com essa ordem restabelecida, as estrofes vêm arrumadas em sextilhas e as rimas obedecem ao esquema AA (paralelas) e BCCB (opostas e intercaladas).

Enredo

O poema narra o drama de I-Juca Pirama (aquele que vai morrer), último descendente da tribo tupi, que é feito prisioneiro de uma tribo inimiga. Movido pela amor filial, pois o índio tupi era arrimo de seu pai, velho e cego, I-Juca Pirama, contrariando a ética do índio, implora ao chefe dos timbiras pela sua libertação. O chefe timbira a concede, não sem antes humilhar o prisioneiro: "Não queremos com carne vil enfraquecer os fortes." Solto, o prisioneiro reencontra-se com seu pai, que percebe que o filho havia sido aprisionado e libertado. Indignado, o velho exige que ambos se dirijam à tribo timbira, onde o pai amaldiçoa violentamente o jovem guerreiro que ferido em seus brios, põe-se sozinho a lutar com os timbiras. Convencido da coragem do tupi, o chefe inimigo pode-lhe que pare a luta, reconhecendo sua barvura. Pai e filho se abraçam - estava preservada a dignidade dos tupis.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Guerra de Canudos - O Filme

   
Luiza é a personagem principal da história, sua família e todos que estavam no filme ficam como secundários. Há também o antagonista é Antônio Conselheiro e os líderes dos soldados da república.

O filme A Guerra de Canudos narra um episódio triste na história do Brasil que aconteceu no sertão da Bahia, entre 1866- 1897. Esse conflito envolveu a população sertaneja do interior do Nordeste. Neste local surgiu um líder religioso chamado Antônio Vicente Mendes Maciel, o “Conselheiro”, apelido que recebeu pelos sues seguidores.

A princípio, se conhece Luiza e sua família que moravam na Bahia e sofriam com a seca da época; e uma coisa era certa, eles não sabiam o que era República e julgavam a mesma como um “Monstro”, na qual o presidente era Marechal Floriano Peixoto, pois tinham que ceder seus pequenos bens ao governo em forma de impostos. Com essa situação drástica eis que surge a figura do Antônio Conselheiro que junto aos fieis e sues seguidores induzem a família de Luiza que o seguem também, Luiza, porém, não liga para Antônio e seus parentes, fugindo para outro rumo.

Em uma dura caminhada Conselheiro e seus seguidores acabam achando um bom lugar para morar, viver, em 1893, chamaram- o de Belo Monte, o futuro Arraial de Canudos, as margens do rio Vaza- Barris, nas terras de uma antiga fazenda chamada Canudos.

Os discursos e palestras de Antonio cativavam a todos, pois usava as divindades espíritas, Deus e Jesus Cristo. A população era chamada de soldados de Jesus. E os demônios dessa guerra era os republicanos que se denominavam por eles de Anticristo da República. Esse líder religioso criticava abertamente a ordem republicana como ( o casamento civil, as eleições, etc.).

A menina principal da história, Luiza, tinha achado um lugar para morar, mas seu trabalho não era digno, virou rapariga, ou seja, prostituta.

Voltando ao Belo Monte, Antônio professava tipo uma previsão, que haveria 4 fogos na guerra. No dia 3 de março 1897, uma expedição do exército foi massacrada pelos seguidores do Conselheiro. Os líderes da república denominavam os seguidores do mesmo como arruaceiros, que lutavam com foices, enxadas, pedras, pedaços de pau, machado... Nesse primeiro fogo, os soldados da república eram liderados por Antônio Moreira César, que foi morto cruelmente por um dos soldados de Jesus. Os soldados de Canudos se aproveitavam dos soldados mortos da república, para conseguir munições, armas e outros objetos de morte fácil.

A guerra era acompanhada por alguns jornalistas, mas nem tudo o que colocavam em suas reportagens poderiam ser lidos pelos moradores das capitais e regiões próximas.

Alguns soldados tentavam se estabelecer em casas da região, em busca de alimentos. No filme, eles encontram a casa de Arimatéia e Luiza, que no começo ficaram bastante assustados, mas os soldados republicanos falaram que estavam em paz e só queriam o que seu corpo pedia: comida, bebida e repouso. Um dos soldados, Luiz, conta suas idéias um pouco da república, o que ela tem para oferecer e os seus benefícios; Luiza, Arimatéia, e muitas pessoas que não gostavam de Antônio Conselheiro se juntaram a esses soldados republicanos e organizaram um segundo fogo em direção ao Belo Monte. Além disso, veio um grande reforço do Rio de Janeiro para esse segundo ataque.

Segunda expedição ou segundo fogo-( 12 e 27 de junho de 1897)as lutas cada vez aumentavam, os moradores de Canudos com toda essa Guerra continuavam rezando, sem perder um minuto se quer a fé que tinham em Jesus Cristo. Mas os soldados da republica também fracassaram espetacularmente diante da população de Canudos.

Os Sertões - Euclides da Cunha


Os Sertões dá início ao que se chama de Pré-Modernismo na literatura brasileira, revelando, às vezes com crueldade e certo pessimismo, o contraste cultural nos dois "Brasis": o do sertão e o do litoral. Euclides da Cunha critica o nacionalismo exacerbado da população litorânea que, não enxergando a realidade daquela sociedade mestiça, produzida pelo deserto, agiu às cegas e ferozmente, cometendo um crime contra si própria; o que é o grande tema de Os Sertões. Em tom crítico, também mostra o que séculos de atraso e miséria, em uma região separada geográfica e temporalmente do resto do país, são capazes de produzir: um líder fanático e o delírio coletivo de uma população conformada.

Todos os importantes questionamentos e as grandes formulações sociológicas, antropológicas, históricas e políticas para compreender o Brasil, antes e depois da República, tiveram seu embrião nas páginas de Os Sertões.

A obra  revela, às vezes com crueldade e certo pessimismo, o contraste cultural nos dois "Brasis": o do sertão e o do litoral. A transição de valores tradicionais para modernos está na denúncia que faz da realidade brasileira, até então acostumada a retratar um Peri, uma Iracema, um gaúcho, ícones do nosso Romantismo. Evidencia, pela primeira vez em nossa literatura, os traços e condições reais do sertanejo, do jagunço; "a sub-raça" que habita o nordeste brasileiro; o herói determinista que resiste à tragédia de seu destino, disfarçando de resignação o desespero diante da fatalidade. Essa ruptura de visão de mundo gera também um rompimento no plano lingüístico. A objetividade científica na abordagem de um problema leva o autor a buscar termos precisos e, nesta escolha, sua linguagem torna-se especializada e, por isso, às vezes difícil, mas que se justifica pelo objetivo de tornar exata a comunicação das idéias.

Euclides da Cunha - Autor da Semana


Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha nasceu no dia 20 de janeiro de 1866, em Cantagalo (RJ).
Passou sua infância no Rio de Janeiro, mais precisamente em Teresópolis e São Fidélis, onde foi criado por tias, pois era órfão. Após alguns anos, ingressou na Escola Militar, da qual foi expulso por suas idéias republicanas que o levaram a desacatar o Ministro de Guerra, em 1888. Contudo, com a proclamação da República, o autor voltou à Escola Superior de Guerra e formou-se em Engenharia Militar e Ciências Naturais. Porém, Euclides da Cunha começou a contestar as decisões republicanas e resolveu desligar-se totalmente da carreira militar.
Em 1897, quando mudou-se do Rio para São Paulo, passou a fazer a cobertura da revolta de Canudos para o jornal O Estado de S. Paulo. A experiência como jornalista no nordeste resultou na obra mais conhecida do escritor: Os sertões.
Pertencente ao Pré-Modernismo, o clássico Os sertões de Euclides da Cunha tem como característica principal: o regionalismo. A realidade do Nordeste brasileiro é retratada com fidelidade na obra, a qual descreve as condições precárias de vida da região e os motivos pelos quais ocorreu o drama da Guerra de Canudos. O sucesso da obra foi tamanho que o autor foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1903. O livro Os sertões é consagrado como referência na literatura e na sociologia para o estudo do sertanejo. Em seu livro o autor retrata a terra nordestina, o homem sertanejo e a luta travada pelos nordestinos na Guerra de Canudos.
Euclides da Cunha foi assassinado em 1909, devido a questões familiares.

Vejamos a figura do homem nordestino em um trecho da obra Os sertões:

"O sertanejo é, antes de tudo, um forte. Não tem o raquitismo exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral.
A sua aparência, entretanto, ao primeiro lance de vista, revela o contrário. Falta-lhe a plástica impecável, o desempeno, a estrutura corretíssima das organizações atléticas.
É desgracioso, desengonçado, torto. Hércules-Quasímodo, reflete no aspecto a fealdade típica dos fracos. O andar sem firmeza, sem aprumo, quase gingante e sinuoso, aparenta a translação de membros desarticulados. Agrava-o a postura normalmente abatida, num manifestar de displicência que lhe dá um caráter de humildade deprimente. A pé, quando parado, recosta-se invariavelmente ao primeiro umbral ou parede que encontra; a cavalo, se sofreia o animal para trocar duas palavras com um conhecido, cai logo sobre um dos estribos, descansando sobre a espenda da sela. Caminhando, mesmo a passo rápido, não traça trajetória retilínea e firme. Avança celeremente, num bambolear característico, de que parecem ser o traço geométrico os meandros das trilhas sertanejas
”. (...)

Obras: Os sertões (1902); Peru versus Bolívia (1907); Contrastes e confrontos (1907); À margem da História (1909).

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A menina que roubava livros - O filme



Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem garota chamada Liesel Meminger (Sophie Nélisse) sobrevive fora de Munique através dos livros que ela rouba. Ajudada por seu pai adotivo (Geoffrey Rush), ela aprende a ler e partilhar livros com seus amigos, incluindo um homem judeu (Ben Schnetzer) que vive na clandestinidade em sua casa. Enquanto não está lendo ou estudando, ela realiza algumas tarefas para a mãe (Emily Watson) e brinca com a amigo Rudy (Nico Liersch)

Baseado no livro de mesmo nome


Veja o trailler

sábado, 4 de janeiro de 2014

Frozen uma aventura congelante - Assisti e adorei!!!!!

 

A caçula Anna (Kristen Bell/Gabi Porto) adora sua irmã Elsa (Idina Menzel/Taryn Szpilman), mas um acidente envolvendo os poderes especiais da mais velha, durante a infância, fez com que os pais as mativessem afastadas. Após a morte deles, as duas cresceram isoladas no castelo da família, até o dia em que Elsa deveria assumir o reinado de Arendell. Com o reencontro das duas, um novo acidente acontece e ela decide partir para sempre e se isolar do mundo, deixando todos para trás e provocando o congelamento do reino. É quando Anna decide se aventurar pelas montanhas de gelo para encontrar a irmã e acabar com o frio.

   
Amei a todos os personagens.... Olaf e a Rena são muito fofos e engraçados.... A princesa Anna é bem divertida, meio louquinha mas que tem um coração enorme...

 

Achei também a música Let it go linda ( a tradução também)
Let It Go
Let it go, let it go
Can't hold it back anymore
Let it go, let it go
Turn my back and slam the door

The snow blows white on the mountain tonight
Not a footprint to be seen
A kingdom of isolation and it looks like I'm the queen
The wind is howling
Like the swirling storm inside
Couldn't keep it in
Heaven knows I try

Don't let them in, don't let them see
Be the good girl you always had to be
Conceal, don't feel, don't let them know
Well now they know

Let it go, let it go
Can't hold it back anymore
Let it go, let it go
Turn my back and slam the door
And here I stand
And here I'll stay
Let it go, let it go
The cold never bothered me anyway

It's funny how some distance
Makes everything seem small
And the fears that once controlled me
Can't get to me at all
Up here in the cold thin air I finally can breathe
I know I left a life behind
But I'm too relieved to grieve

Let it go, let it go
Can't hold it back anymore
Let it go, let it go
Turn my back and slam the door
And here I stand
And here I'll stay
Let it go, let it go
The cold never bothered me anyway

Standing frozen in the life I've chosen
You won't find me, the past is so behind me
Buried in the snow

Let it go, let it go
Can't hold it back anymore
Let it go, let it go
Turn my back and slam the door
And here I stand
And here I'll stay
Let it go, let it go
The cold never bothered me anyway

Let it go
And here I'll stay, let it go, let it go
Let it go
Deixe Ir
Deixe ir, deixe ir
Não posso suportar mais
Deixe ir, deixe ir
Dou as costas e bato a porta

A neve branca cai na montanha esta noite
Não é uma pegada para ser visto
Um reino de isolamento e parece que eu sou a rainha
O vento está uivando
Como essa tempestade rodopiasse dentro de mim
Não consegui segurá-la
Deus sabe que eu tento

Não os deixe entrar, não os deixe ver
Seja a boa menina que você sempre precisou ser
Esconda, não sinta, não deixe que eles saibam
Bem, agora eles já sabem

Deixe ir, deixe ir
Não posso suportar mais
Deixe ir, deixe ir
Dou as costas e bato a porta
E aqui estou
E aqui eu vou ficar
Deixe ir, deixe ir
O frio nunca me incomodou mesmo

É engraçado como um pouco de distância
Faz tudo parecer pequeno
E os medos que uma vez me controlaram
Não chegam nem perto de mim
Bem aqui no ar frio que eu finalmente posso respirar
Eu sei que deixei uma vida para trás
Mas estou aliviada demais para lamentar

Deixe ir, deixe ir
Não posso suportar mais
Deixe ir, deixe ir
Dou as costas e bato a porta
E aqui estou
E aqui eu vou ficar
Deixe ir, deixe ir
O frio nunca me incomodou mesmo

Uma vida congelante foi a que eu escolhi
Você não vai me encontrar, o passado está atrás de mim
Enterrado na neve

Deixe ir, deixe ir
Não posso suportar mais
Deixe ir, deixe ir
Dou as costas e bato a porta
E aqui estou
E aqui eu vou ficar
Deixe ir, deixe ir
O frio nunca me incomodou mesmo

Deixe ir
E aqui eu vou ficar, deixe ir, deixe ir
Deixe ir




A versão brasileira na voz de Taryn

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Instrumentos Mortais - Li e recomendo


Recentemente li essa série e fiquei viciada. É muito boa! Falta ler o último (espero ansiosa...) Veja a sinopse dos livros e viaje também no mundo de Cassandra Clare:

1.Cidade dos Ossos 

Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.
 Virou filme. Veja o trailler:

2. Cidade das cinzas

Depois ser apresentada ao Mundo de Sombras e a Jace - um Caçador que tem a aparência de um anjo, mas a língua tão afiada quanto Lúcifer -, Clary Fray só queria que sua vida voltasse ao normal. Mas o que é "normal" quando você é uma Caçadora de Sombras assassina de demônios, sua mãe está em um coma magicamente induzido e você de repente descobre que criaturas como lobisomens, vampiros e fadas realmente existem? Para complicar ainda mais, alguém na cidade de Nova York está matando jovens do Submundo.
Quando o segundo dos Instrumentos Mortais, a Espada da Alma, é roubada, a aterrorizante Inquisidora chega ao Instituto para investigar - e suas suspeitas caem diretamente sobre Jace. Como Clary pode impedir os planos malignos de Valentim se Jace está disposto a trair tudo aquilo em que acredita para ajudar o pai? Nessa sequência de tirar o fôlego da série Os Instrumentos Mortais, Cassandra Clare atrai os leitores de volta para o lado mais obscuro do submundo de Nova York, onde amar nunca é seguro e o poder se torna a mais mortal das tentações.

3. Cidade de Vidro

A heroína Clary deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras, para salvar a vida de sua mãe, em um coma mágico induzido pelo terrível Valentim. Um homem que quer purificar o mundo de toda criatura que não seja 100% humana ou 100% nephilim. Um detalhe: entrar em Alicante sem permissão é contra a lei e pode significar a morte. Mas nenhuma regra irá afastar Clary de seu objetivo: encontrar Ragnor Fell, o feiticeiro que pode ajudá-la. 

4. Cidade dos Anjos Caídos

 A guerra acabou e Caçadores de Sombras e integrantes do submundo parecem estar em paz. Clary está de volta a Nova York, treinando para usar seus poderes. Tudo parece bem, mas alguém está assassinando Caçadores e reacendendo as tensões entre os dois grupos, o que pode gerar uma segunda guerra sangrenta. Quando Jace se afasta sem nenhuma explicação, Clary começa a desvendar um mistério que se tornará seu pior pesadelo. 

5. Cidade das alma perdidas

Quando Jace e Clary voltam a se encontrar, Clary fica horrorizada ao descobrir que a magia de Lilith, um demônio muito poderoso, ligou Jace ao perverso Sebastian, transformando o Caçador de Sombras em um servo do mal. A Clave decide destruir Sebastian, mas não há nenhuma maneira de mata-lo sem destruir Jace. Clary e seus amigos, no entanto, irão tentar mesmo assim. Ela está disposta a fazer qualquer coisa para salvar o namorado, mas ainda pode confiar nele? Ou ele está realmente perdido?